Como usar UGC com estratégia [ + estudos de caso ]
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Como usar UGC com estratégia [ + estudos de caso ]


Este texto foi escrito a quatro mãos: por mim e pela Liliane Ferrari, uma das maiores referências do Brasil quando o assunto é comunicação, redes sociais e comportamento digital.


Aqui, você vai encontrar:

  • O que é e o que não é UGC

  • Como implementar na prática

  • Estudos de casos reais brasileiros

  • Como analisar os resultados métricas


Vamos lá!


UGC (User Generated Content) é um conceito simples, mas existe muita dúvida a respeito do seu real significado.

comentário o grupo do Thinkers
comentário o grupo do Thinkers

Não é só um conteúdo com cara de review. Também não é publi disfarçada. 


É outra coisa.


Se você trabalha com marcas e quer usar conteúdo de cliente de forma consistente e ética, precisa entender onde o UGC começa, e onde ele termina.


UGC é espontâneo. Não é encomendado.

UGC acontece quando alguém usa um produto ou serviço e resolve mostrar isso porque gostou, se surpreendeu ou teve uma experiência que vale compartilhar.


Sem contrato. Sem roteiro. Sem pedido da marca.


Pode ser uma resenha, uma foto, um story, um vídeo. O formato não importa. O que define o UGC é a origem e a intenção.


Quem postou? Por quê?

Foi por vontade própria ou porque estava sendo pago pra isso?


O UGC pode ser estimulado de forma estratégica pelas marcas ao integrar CTAs em pontos de contato com o cliente: etiquetas nos produtos que convidam a compartilhar uma foto, hashtag específica, avisos nos espelhos de provadores encorajando a postar a experiência nas redes sociais, ou até mensagens via WhatsApp após a compra solicitando uma avaliação espontânea.


Essas iniciativas, quando bem articuladas, ajudam a geração de conteúdo autêntico e com provas sociais genuínas.


Não é UGC só porque parece

Se teve briefing, se teve pagamento, se teve alinhamento não é UGC.



Mas então, como estimular UGC sem forçar

Seu papel é criar um ambiente onde isso acontece naturalmente.


1. Comece pelo produto

Ele entrega? Tem diferencial? Dá vontade de mostrar?

Se a resposta for não, comece por aí. Sem encantamento, não tem conteúdo espontâneo.


Exemplo: Carmed

O produto virou case de UGC porque reuniu três coisas: textura gostosa de aplicar, embalagem colorida e colecionável, e uma experiência de uso simples que se encaixa no dia a dia. As pessoas compram e já querem mostrar.


A estética do produto ajuda, mas o fator principal é: ele virou item de desejo.



busca rápida por Carmed no Tiktok
busca rápida por Carmed no Tiktok

Aplicação prática: pense em como tornar o produto mais “postável”. Pode ser cor, textura, cheiro, embalagem, nome criativo. Um mimo na embalagem. Uma experiência personalizada.


2. Dê contexto, não instrução

Crie motivos para o cliente querer compartilhar. Uma etiqueta com uma frase boa. Um bilhete na embalagem. Uma hashtag com significado. Algo que faça sentido na rotina da pessoa.


Exemplo: Quem sabe uma loja de roupas com tag com mensagem? Como as dos pequenos empreendimentos @twellbrand e @marahu_.




Obs.: Hey, psiu! Tá gostando do conteúdo? Considere participar do workshop UGC NA PRÁTICA PARA MARCAS, realizado pelo Social Media Thinking em parceria com a Liliane Ferrari. Por um precinho bacana ;)

3. Associe a marca a momentos que as pessoas já compartilham

Ninguém posta só produto. As pessoas postam histórias. Descubra onde a sua marca entra nessas histórias.


Exemplo:

Bruna Tavares começou como blogueira fazendo resenha de maquiagem. Hoje reposta, todos os dias, vídeos de meninas que estão exatamente onde ela já esteve: testando produtos, comparando tons, criando conteúdo para crescer. 


Na bio da marca, o convite é claro: Marque a gente para reposts no feed e stories.


Bio do perfil da Linha Bruna Tavares no instagram
Bio do perfil da Linha Bruna Tavares no instagram
Os reposts nos stories da Linha Bruna Tavares
Os reposts nos stories da Linha Bruna Tavares

Não tem promessa, nem roteiro. Tem reconhecimento. 


O resultado é um fluxo constante de UGC legítimo, vindo de quem consome, acredita e quer mostrar.


4. Valorize quem já faz isso

Reposte, agradeça, destaque.

Quando o cliente sente que foi notado, ele posta de novo.


Não por obrigação, mas porque se vê como parte da marca.




UGC não é brinde. É estratégia.

Use com intenção. Ele pode aparecer em todas as etapas da comunicação:


  • Na descoberta, como conteúdo orgânico que mostra o uso real do produto.

  • Na consideração, como depoimento sincero.

  • Na conversão, como prova social.

  • No pós-venda, como continuidade da conversa.


Inclua no calendário editorial. Planeje postagens com base no que os clientes já estão falando. Isso é muito mais forte do que inventar histórias do zero.



Monitore, aprenda e use

E claro, UGC também é dado.. E você pode analisá-los estratégicamente, de acordo com seus objetivos.


Por exemplo:

Objetivo de engajamento:  - Observe o tipo de UGC que gera mais comentários e saves  - Repare na linguagem e formato que mais ressoa com o público  - Veja se o público engaja com quem postou (não só com a marca)

Objetivo de awareness:  - Conte quantas postagens espontâneas a marca está recebendo por semana/mês  - Verifique o alcance médio dos perfis que compartilham  - Veja se o conteúdo está chegando em bolhas novas (novas cidades, nichos, perfis)

Objetivo de conversão:  - Analise quais UGCs têm comentários como “onde compra?”, “qual o valor?”  - Veja se os conteúdos estão sendo usados como prova social em páginas de produto ou campanhas de mídia paga  - Meça se há aumento de tráfego vindo de reposts (use UTMs nos links quando possível)


Salve. Organize.

Aprenda com isso. Use nas campanhas.

Crie novos conteúdos a partir do que o público já está fazendo.


UGC é o resultado de um trabalho bem feito.

É quando o cliente gostou tanto do que viveu, que sente vontade de compartilhar.

Se a marca entrega uma experiência digna de ser mostrada, o conteúdo aparece. E quando aparece, pode - e deve - ser usado com estratégia, respeito e consistência.



CONVITE: UGC NA PRÁTICA PARA MARCAS


Se você trabalha com social media, conteúdo ou branding e quer ativar comunidades de forma autêntica, engajar seu público e construir uma marca com mais verdade, essa aula é pra você.

O que você vai aprender:

  • O que é (e o que não é) UGC – e por que isso importa 

  • Tendências e dados sobre o UGC no Brasil e no mundo 

  • Como o UGC fortalece a estratégia e o posicionamento da marca 

  • O papel do branding na ativação de comunidade 

  • Construção e estrutura de campanhas 

  • Exemplos práticos de marcas que fazem UGC de forma inteligente

Ferramenta prática exclusiva

Você vai receber acesso a um playbook no Notion totalmente editável, com:

  • Checklist estratégico para ativar sua campanha

  • Planner de campanhas passo a passo

  • Espaços organizados para mapeamento de ideias e curadoria

  • Exercícios guiados 

  • Exemplos reais e adaptáveis


Tudo isso ministrado pela maravilhosa, incrível, admirável Liliane Ferrari (te veneramos, Lili! <3). E um precinho acessível.


Saiba mais clicando aqui, ou na imagem abaixo.



ANA CARVALHO RP

 

Relações-públicas especialista em social media orientada a dados.

Estudo, planejo, executo. Depois avalio, aprendo e compartilho.

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O Social Media Thinking é a síntese de tudo o que venho aprendendo nesses anos atuando e ensinando.

Minha última assinatura na carteira foi como RP no iFood. Lá, ajudei a estruturar o portal de notícias e a transformar o CEO da época, no CEO mais seguido do Linked In.   Antes disso, atuei em agências com grandes marcas como Ambev e McDonald’s. No universo do entretenimento, tive a alegria de conquistar  o Prêmio Multishow de Grupo do Ano para o Atitude 67, além de liderar a estratégia de mídia e conteúdo da música mais tocada de 2019 no Spotify e na Deezer.  Como creator, trabalhei com marcas como Adobe, Insider, Burguer King e Hotmart.

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Hoje, além de professora, atuo como freelancer e mentora em projetos de social media - principalmente nas áreas de planejamento, pesquisa, BI e gestão de projetos. Não consigo (nem quero) me afastar do mercado. Acredito que a vivência prática é essencial para criar conteúdos que realmente impactam e fazem sentido pra quem está na linha de frente.

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Sou da turma que AMA estudar - meio nerd mesmo. Dou aula desde 2016 e já estive em todos os estados do Brasil levando conteúdo, escuta e boas conversas. Sempre arranjo um tempo pra compartilhar o que aprendo.

​​

O Social Media Thinking nasceu desse cruzamento entre sala de aula e prática de mercado. No campo, validei fluxos e soluções que não estão nos livros. Em sala, compreendi as dores reais de quem vive de conteúdo.

​​

De 2019 pra cá, já são mais de 5.000 alunos, meus queridos #THINKERS. <3

 

Feliz demais que você chegou até aqui.

Espero que encontre valor no que compartilho.

ANA CARVALHO RP

FORMAÇÃO

51 aulas do método Social Media Thinking para trabalhar orientada a dados, tomar decisões melhores e comprovar o valor do seu trabalho.

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